Hot matters

THERMAL MATTERS

Houses or "dwelling machines"?

Adaptive thermal comfort- non-domestic buildings

Aldous Huxley on comfort

Heating people - not spaces

Health and energy in houses

2003 heat wave in Iberia

The solar envelope

From the solar envelope to the "interestitium"

Passive "Solar Today" - Santa Fe N.M.

The Passive House concept

Scan-the-sun

Towards Net-Zero Energy Solar Building in Portugal

Performance of passive solar buildings in Portugal

The Trombe-wall - validation and sustainability

GlassX - A passive solar compact

Color coatings and sun protection

Why not mass-enhanced R-value Rating?

Phasechange thermal mass - non-domestic buildings

PCM for thermal mass?

Multi-foil insulation

Aeorogel insulation

Sun protection in offices Media-Tic responsive skin

Natural ventilation - non-domestic buildings

Passive evaporative cooling in offices

Towards "sustainable" offices in Melbourne

A living machine for an extreme climate

LIGHT & SOUND MATTERS

Daylighting - non-domestic buildings

Piping the sun

Hearing the winds of Lacoste

Sound cardboard instalation

WATER & MATTER MATTERS

Baños secos

A domestic rainwater system in Portland US

Wood & sustainable design

Straw House

Underground house
case study

Third skin

PLACE & MIXED MATTERS

Historic village rehabilitation

Diagonal housing
Inhabitable sharp slopes?

"Spirit of the place"
- Monte Rosa Swiss Alpes

- Lake Austin Texas USA

Living proof -The Bullitt Center

Biomimicry taxonomy

TACKLING BARRIERS

Tackling the barrier between ecology and architecture

Ecological literacy in architecture education

Design tools

Berkeley Vital Signs Project

Teaching thermal mass

EU EPBD
original proposal & recast

Solar access and building regulation in Portugal

Building and energy regulation in Portugal

Building and energy regulation in Portugal - REH

Earthbuilding and energy regulation in Portugal

Earthbuilding - Assessment & training

Garbage Warrior

example graphic

Sobre o Património e os Arquitectos

Falta qualidade e robustez ambiental ao nosso património edificado, o que se tornará mais crítico pelo efeito conjugado do progressivo desenraizamento e do envelhecimento da população, face aos efeitos das alterações climáticas.

Sou levado a admitir que isso acontece em parte, porque se estimulou nos arquitectos a criatividade artística na concepção "beaux arts", tendo como adquirido que ela estimularia o progresso técnico e este o crescimento económico.

Grandes ícones da arquitectura moderna têm exaltado o poder, a capacidade técnica de "dominar a natureza".

O desafio do ambiente interpela esta atitude afirmativa que se associa amiúde a um excessivo pragmatismo, patente nos engenheiros mas também entre os arquitectos, apelando mais para a integração "no sentido ecológico e não só visual".

Talvez seja também por esta razão que a solução técnica não chega. Nos dois sentidos. Não acontece e não basta.

sobre mim

Fausto Simões

Dados Biográficos: Licenciado em Arquitectura pela ESBAL; Actividade profissional, em regime de profissão liberal. Quadro superior da Administração do Porto de Lisboa entre 1977 e 1994. Casado, com dois filhos, residindo actualmente em Lisboa.

Actividade Profissional: Entre os planos regionais e urbanos e projectos de edifícios de habitação e de serviços efectuados, destacam-se dois estudos, não pelo seu porte, mas pela sua decisiva contribuição, a dois níveis, para a consciencialização da intima relação entre o homem e o “ambiente”:

  • Ao nível regional, o Plano Director da Corimba, Luanda, 1977,realizado com Manuel Laginha e A. Viana Barreto. O plano visou respeitar as aptidões do meio biofísico face ás necessidades humanas em presença, seguindo a concepção e o método de Ian McHarg (Design with Climate, Doubleday,1971).
  • Ao nível local, o projecto da Casa do Telheiro, Leiria. Realizado em 1977 e parcialmente construido, este projecto explora o princípio da Casa Autónoma, As suas instrutivas vicissitudes estão sumariadas na Comunicação “Habitação e Conservação de Energia” (Actas do “Encontro sobre Aplicações Térmicas da Energia Solar”, Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra, 1981).

Trabalhos de I&D sobre Arquitectura Energia e “Ambiente”, de que se destacam os seguintes:

Estudos e Projectos:

  • Casa Solar Passiva do Casal do Cónego, Leiria, 1982. Projecto experimental em que foi acompanhada a construção e a utilização durante dois anos. Concepção, construção, previsão e resultados constam de documentação publicada pelo CSOPT (“Encontro sobre Arquitectura Passiva e Activa”, Lisboa, 1982) e das actas das 1ªs Jornadas de Física e Tecnologia dos Edifícios (IST,Lisboa, 1984);
  • Casa Solar Passiva de Vale Rosal, Almada, 1985. Projecto experimental em que foi acompanhada a construção e a utilização durante dois anos. Concepção, construção, previsão e resultados constam dos seguintes artigos: “Passive Solar Techniques for Energy Conservation in Buildings” (CIB/LNEC, Lisboa, 1986), “Energy and Buildings for Temperate Climates, PLEA88 (Pergamon Press, 1989), “Edifícios Solares Passivos em Portugal" (INETI/Altener, Lisboa, 1997), "A parede trombe não ventilada na Casa Solar Passiva de Vale Rosal" (não publicado);
  • Escritórios da Taxa de Porto , Lisboa, 1985-1988. Projecto em que se procurou conjugar a satisfação de exigências ambientais, a conservação de energia e a conservação do património. Foram acompanhadas a construção e a utilização durante dois anos;
  • Casa do Padrão , Leiria, 2002. Projecto corrente em que foi aplicada a concepção bioclimática. Foi cuidadosamente acompanhada a construção e está a ser acompanhada a utilização;
  • LdC - Uma experiência em curso (2002-2016): Caracterização do projecto, Resultados quanto à construção, Resultados da utilização - 1ª parte, Resultados da utilização - 2ª parte;
  • CLICON - Método de Concepção para desenhar com o clima. A sua descrição consta da publicação “Energia Solar e Qualidade de Vida”- VIII Congresso Ibérico de Energia Solar (ISES/SPES, Porto, 1997);
  • Estudo de um sistema integrando o sol a lenha e o gás para o aquecimento ambiente e de águas domésticas em habitações unifamiliares. A sua evolução consta das actas do VI Congresso Ibérico de Energia Solar (SPES/ISES, Lisboa, 1993);
  • Estudos sobre aptidão climática e acesso ao sol que constam das seguintes publicações: “Energias Límpias en Progresso” (AEES/ISES, Vigo, 1994) e “Environmentally Friendly Cities – Proceedings of PLEA98 (JamesXJames, London,1998);
  • Estudo sobre habitações escalonadas em encostas declivosas, cujos primeiros resultados foram apresentados no “Pre-Regional Conference Meeting of The Commission on Climatology" e cujo sumário consta da publicação “Climate and Environmental Change” ( Ed. Colibri, Lisboa, 1998).
  • Contribuições para a valorização objectiva da qualidade térmica da terra crua na 7ª Conferência Internacional sobre o Estudo e a Conservação da Arquitectura de Terra, DGMN 1993 e em: Terra em Seminário (pgs 279-280, Escola Superior Gallaecia/Edições Argumentum 2005) e Houses and Cities built with earth (pgs 52-54, Edições Argumentum 2006).

Formação e Divulgação

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Participação em Grupos de Trabalho

  • Membro da Comissão de Estudos sobre Gestão de Energia nos Edifícios (CSOPT/MOPT, 1985-1988);
  • Participação como "perito em energia" na revisão da obra "A Green Vitruvius" (ACE/UE DGXVII) e responsável pela sua versão portuguesa. (OA, 2001);
  • Membro da Sub-comissão de Regulamentação de Eficiência Energética em Edifícios (2002-2006) e da equipa de Formação de Formadores do SCE - Módulo RCCTE

papers apresentações & relatórios

Cidades sustentáveis
Para uma avaliação da sustentabilidaade de um projecto
Desenho climatico
A nossa terceira pele
Estratégias Bioclimáticas - O Factor-Forma
Estratégias Bioclimáticas - Solar Passivo
Conforto e Estratégias Bioclimáticas (Podcasts)
Da "caixa hermética" à "vida entre os edifícios"
Acesso ao sol - edifícios e espaço urbano
Instrumentos de desenho solar
A simulação dinâmica como instrumento de desenho

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